Do campo de refúgio para a passarela da moda



POR ROSINHA MARTINS
DE SANTO ANDRÉ – SP

 

 A garota sudanesa Adut Akech se torna o rosto da Chanel Burberry, uma das marcas de moda mais famosas do mundo. Ela é a protagonista da pré-coleção outono-inverno 2018/2019 da famosa casa de moda britânica.

 

Akech nasceu em 1999 no Sudão do sul e passou parte da sua vida em campos de refugiados de Kakuma, no Quênia, que abriga cerca de 187.000 pessoas que fogem da guerra civil no país, ainda que sua capacidade seja menos da metade desse número. Aos seis anos se mudou com a família para um campo de refúgio na cidade de Adelaide, Austrália. Ali foi descoberta por um caçador de talentos, que lhe ajudou a descobrir sua vocação de modelo.

 

Foi com a irmã mais velha que Akech aprendeu a escrever. “Aproveitávamos a luz do dia para praticar já que de noite só tínhamos uma lâmpada a óleo”, disse à revista Vogue.

 

Entre as passarelas e os estudos de Economia à distância, ela vai traçando os novos rumos da sua vida, sem medo de ser feliz. Acaba de ser escolhida pela Chanel como o rosto da pré-coleção outono-inverno 2018/19.

 

A top model afirma não ter vergonha de ter passado pelo refúgio. "Sou uma refugiada, é o que sou e não me envergonho e nem me irrito por isso. Sim, sou uma cidadã australiana e sou uma sul-sudanesa australiana, mas sigo sendo uma refugiada", revelou ao The Guardian.

 

De acordo com El País, Akech foi a primeira modelo negra a abrir os desfiles de Prada nos últimos vinte anos. Já desfilou para Loewe, Givenchy, Valentino e Miu Mil e estará na próxima temporada inverno/verão de Versace, Prada, Calvin Klein, Giambattista Valli e Zara.  

 

“Minha pele é muito escura, inclusive para os parâmetros de outras pessoas negras. Agora que estou vivendo em Nova York, as pessoas me param na rua, sobretudo os afro-americanos, e me dizem que gostariam que sua pele fosse como a minha. É como o chocolate mais puro”, confessa.

Fato é que a indústria da moda está cada vez mais abrindo espaços para as diversidades culturais. Mas Akech não mede palavras ao dizer que “ainda é difícil ver uma mulher negra vendendo perfume”.

 

"Pouco importa de onde veio ou para onde vai. Não percam a paixão e nem a perseverança e, sobretudo, não abandonem nunca porque acabarão alcançando seus sonhos", afirmou.

 

Da redação da Pascom Matriz Santo André com informações de El País.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 





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