Em Roraima, projeto “português para acolhimento” ajuda na integração de imigrantes




POR ROSINHA MARTINS
DE SÃO PAULO – SP

 

“É muito importante participar das aulas para entender as leis do país, trabalhar e poder comunicar melhor no dia a dia”, explica a aluna, natural da Venezuela Gladys Cedeño, que participa do projeto “Português para acolhimento”, em Boa Vista-RR, uma iniciativa do Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM), da Diocese de Roraima em parceria com a Universidade Federal (UFFR).

 

Conforme a coordenadora do Serviço Pastoral dos Migrantes, a scalabriniana Irmã Valdiza Carvalho, 18 turmas concluíram o curso no ano passado e desde janeiro deste ano até o presente momento quatro turmas seguem dando continuidade ao plano. “A meta é ampliar o curso aos municípios do interior do Estado, com turmas manhã, tarde e noite”, afirmou.

 

Irmã Valdiza ressaltou, ainda, que o projeto conta com a ajuda solidária das comunidades católicas que possam oferecer possibilidades para a abertura de novas turmas.  “O SPM está aberto a novas sementes plantadas. Precisamos também que novos professores voluntários possam aderir ao projeto, uma vez que são dois professores por turma”, enfatizou.

 

O curso

 

Com uma carga horária de 60 horas/aulas, as turmas são formadas com 30 alunos e os professores atuam de forma voluntária. Os certificados recebidos no final do curso são emitidos pela Universidade Federal de Roraima.

 

O programa conta, também, com a parceria da comunidade São João Batista no bairro Caranã e do auditório da Cáritas, espaços disponibilizados para a realização das aulas.

 

Para o secretário de Pastoral dos Migrantes, Eduardo Freitas, projetos como este favorecem às pessoas de outros países, no caso, da Venezuela, o conhecimento da realidade, da cultura, do idioma e da história do país no qual estão se inserindo. “Os conhecimentos serão úteis para que possam se adequar e entender melhor as leis do país e ajudar na busca por uma colocação no mercado de trabalho. ”

  


Roraima:  que é, onde se localiza e como surgiu este nome?

 

Roraima é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Norte do país, sendo o estado mais setentrional (ao norte) da federação. Tem por limites a Venezuela, ao norte e noroeste; Guiana, ao leste; Pará, ao sudeste; e Amazonas, ao sul e oeste. Ocupa uma área aproximada de 224.300,506 mil km², pouco maior que a Bielorrússia, sendo o décimo quarto maior estado brasileiro. Em Boa Vista, única capital brasileira totalmente no Hemisfério Norte, encontra-se a sede do governo estadual, atualmente presidido por Antonio Denarium.

 

A história roraimense está fortemente ligada ao Rio Branco. Foi através deste rio que chegaram os primeiros colonizadores portugueses. O Vale do rio Branco sempre foi cobiçado por ingleses e neerlandeses, que adentraram no Brasil através do Planalto das Guianas em busca de índios para serem escravizados. Pelo território da Venezuela, os espanhóis também chegaram a invadir a parte norte do rio Branco e no rio Uraricoera. Os portugueses derrotaram e expulsaram todos os invasores e estabeleceram a soberania de Portugal sobre a região de Roraima e de parte do Amazonas.

 

O estado é o menos populoso do país, com uma população de 522 636 habitantes, segundo estimativas de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É, também, o que apresenta a menor densidade demográfica na federação, com 2,33 hab/km². Sua economia, baseada principalmente no setor terciário, registra uma alta taxa de crescimento, embora seu Produto interno bruto (PIB) seja o menor do país, com seus R$ 9,027 bilhões, representando 0,15% da economia brasileira.

 

Situado numa região periférica da Amazônia Legal, no noroeste da Região Norte do Brasil, predomina em Roraima a floresta amazônica, havendo ainda uma enorme faixa de savana no centro-leste. Encravado no Planalto das Guianas, uma parte ao sul pertence à Planície Amazônica. Seu ponto culminante, o Monte Roraima, empresta-lhe o nome. Etimologicamente resultado de contração de roro (verde) e imã (serra ou monte), foi batizado por indígenas pemons da Venezuela.

Imprensa Scalabriniana com informações da Cáritas de Roraima e Wikipedia.

 





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